Doce Ilusão
Acorda aliviado como a muito não acordava, conseguia pela primeira vez em muito tempo sair de casa e olhar a rua que se estendia até perder de vista, e pensar nas pessoas boas que moravam nela, nas crianças felizes que ali encontravam seus amigos e se divertiam, nas jovens e seus rostos formosos.
Alegria súbita lhe subiu a cabeça, não sabia o porque tinha acordado daquela maneira, o dia anterior não tinha sido um bom dia, nem a semana passada tinha sido uma boa semana, o último bom dia que conseguia se lembrar fora a 2 anos atrás, mas estava contente, e se sentia mais contente ainda por estar contente, felicidade pura e plana, sem nenhum motivo ou razão.
Mas não foi dormir como acordou, dia de cão que levara, muito esforço, pouco retorno; muita esperança, nenhuma boa notícia; já havia se acostumado a isso, mas naquela manhã acreditou que aquele dia seria diferente, não se iludiu pensando que apartir daquela manhã sua vida mudaria, mas esperava que pelo menos aquele dia seria diferente.
Recebera uma resposta para um pergunta que nunca tinha feito, não queria saber se a sua amada o correspondia, apenas fantasiava com ela antes de dormir, pensando em conversas e encontros, mas de súbito um amigo lhe diz, que ela nunca esteve interessada.
O pouco que lhe restava de alegria foi-se, sua única era pensar que um dia poderia conversar com sua amada como namorado e levá-la para sair, mas com tal notícia, agora nem isto poderia pensar, o que faria agora antes de dormir?
Agora não tem mais com o que se alegrar, mas uma coisa o mantem firme, sabe que todo cachorro tem seu dia, e a dois anos espera pacientemente o seu.
Alegria súbita lhe subiu a cabeça, não sabia o porque tinha acordado daquela maneira, o dia anterior não tinha sido um bom dia, nem a semana passada tinha sido uma boa semana, o último bom dia que conseguia se lembrar fora a 2 anos atrás, mas estava contente, e se sentia mais contente ainda por estar contente, felicidade pura e plana, sem nenhum motivo ou razão.
Mas não foi dormir como acordou, dia de cão que levara, muito esforço, pouco retorno; muita esperança, nenhuma boa notícia; já havia se acostumado a isso, mas naquela manhã acreditou que aquele dia seria diferente, não se iludiu pensando que apartir daquela manhã sua vida mudaria, mas esperava que pelo menos aquele dia seria diferente.
Recebera uma resposta para um pergunta que nunca tinha feito, não queria saber se a sua amada o correspondia, apenas fantasiava com ela antes de dormir, pensando em conversas e encontros, mas de súbito um amigo lhe diz, que ela nunca esteve interessada.
O pouco que lhe restava de alegria foi-se, sua única era pensar que um dia poderia conversar com sua amada como namorado e levá-la para sair, mas com tal notícia, agora nem isto poderia pensar, o que faria agora antes de dormir?
Agora não tem mais com o que se alegrar, mas uma coisa o mantem firme, sabe que todo cachorro tem seu dia, e a dois anos espera pacientemente o seu.
